Sobre Nós

No século XVIII a Ilha do Governador – chamada assim por ser refúgio de descanso do Governador Geral da Província – era um local privilegiado, com densas matas, fauna abundante de mamíferos, aves e grande piscosidade no Rio Jequiá. Nos anos 20 do século passado, ali foi criada a primeira colônia de pesca regulamentada do Brasil, a Z-10.

Com a modificação da administração do então Estado da Guanabara em regiões administrativas, a Ilha do Governador iniciou um expressivo processo de desenvolvimento urbano. Até os anos 70, além de dispor de belas praias, era vista como ponto residencial de valor econômico, idealizado pelas classes médias e altas como um bairro nobre do Rio de Janeiro. Ainda hoje é um bairro de classe média, em virtude da presença das bases da marinha e aeronáutica, contando ainda com o aeroporto Tom Jobim, uma das maiores portas de entrada nacional e internacional do país. Nos anos 90, foi implantada a Linha Vermelha que dá acesso direto a Ilha, aumentando muito o fluxo de pessoas e o assentamento de comunidades.

A Ilha do Governador possui atualmente, um total de 150 colégios, sendo que 98 particulares, 49 municipais, 2 estaduais e 1 federal, segundo dados do IBGE, a população saltou de cerca de 200.000 habitantes, em 1991, para  441.243, no ano de 2007. Esse crescimento deu-se de forma desordenada e, muitas vezes, clandestina e em condições de favelização e criminalidade. Tais condições à margem da sociedade fazem com que crianças e jovens, por falta de orientação, de melhores condições de vida e do excesso de tempo ocioso, optem pelo caminho da criminalidade, distanciando-se de uma vida social digna e com verdadeiras oportunidades de ascensão econômica.

Atualmente, a Ilha do Governador é um bairro de ocupação complexa, onde convivem num mesmo e reduzido espaço, juízes de direito, militares, favelados, pescadores, funcionários públicos e os demais segmentos da população e, segundo leituras mais críticas, passou de refúgio aprazível, a ser vista como uma ilha cercada por esgotos, lixo e óleo por todos os lados, onde notícias cotidianas de violência refletem a fragilidade da qualidade de vida local.

É neste cenário que  encontra-se o Jequiá Iate Clube sendo uma sociedade civil, com personalidade jurídica distinta dos seus associados, totalmente aberto a comunidade e que, por toda uma tradição conquistada devido à sua atuação junto à comunidade, conta com o apoio e reconhecimento dos moradores da Ilha do Governador.

O Clube tem como parte de sua filosofia atender a comunidades carentes, oferecendo escolinhas para várias modalidades de esporte. Considerado instituição de utilidade pública municipal, pelo Decreto número 10.214, de 03 de março de 1950, publicado no Diário Oficial número 62 – seção II – de 15 de março de 1950, sem fins lucrativos. É o único Clube da Ilha do Governador que mantém quatro esportes olímpicos disputando campeonatos estaduais, o Basquete, Natação, Tae Kwon Do e Judô.

A equipe de organização desportiva do Jequiá Iate Clube acompanha o desenvolvimento escolar de seus atletas. É importante citar que, dada a importância do esporte para as instituições de ensino, várias escolas, inclusive as de ensino superior, oferecem bolsas de estudo para os atletas que se destacam em alguma modalidade esportiva. O Jequiá Iate Clube tem grande histórico de atletas absorvidos por estas instituições e de Atletas que chegaram as Seleções Estaduais e Brasileiras.

 

Utilizamos o esporte como ferramenta de inclusão social, visando despertar nos jovens a motivação, tanto pessoal quanto coletiva. Além de priorizar a disciplina, o esporte ajuda a desenvolver o controle motor e emocional, capacita para a atuação em equipe, melhora a saúde física e a auto-estima. Promove a interação do indivíduo com o grupo social e com a sociedade de forma geral, enfatiza as relações de convivência e incorpora valores considerados socialmente positivos.

Estamos buscando parceiros que possam de alguma forma contribuir para o nosso trabalho. Existem muitos custos como exemplo, arbitragens, transportes para os jogos, mensalidades da federação, emolumentos da federação, pagamento aos  profissionais que trabalham diretamente com as equipes, dependemos muito de conseguirmos alcançar o maior número de parceiros possíveis para nos ajudar nesta missão.

 

Venham conhecer nosso trabalho e dedicação ao basquetebol e nos ajudem a continuar nosso trabalho na formação de Atletas e,  principalmente,  na formação de cidadãos.

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Nos colocamos à  disposição para melhor explicar nosso trabalho, pelos contatos abaixo:

 

 

 

 

 

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